domingo, 21 de dezembro de 2014

segunda-feira, 9 de junho de 2014

CHURRASCO AINDA MAIS GOSTOSO!!

8 dicas para deixar seu churrasco ainda mais gostoso

Um bom churrasco não tem receita, pois cada assador faz do jeito que mais lhe agrada. Contudo, há diversos modos de preparar as carnes e até os equipamentos, para obter um rendimento melhor na churrasqueira. Ficou curioso? Aqui vão oito dicas de ouro, que podem deixar o seu prato ainda mais saboroso.

Atenção na qualidade da carne

Apesar da gaúchada mandar bem no churrasco, ainda há quem dê alguns vacilos na hora de escolher o corte para assar. Por isso, muita atenção quando for comprar a carne. Evite peças maturadas, que apresentem sangue na embalagem, pois isso significa que o vácuo da embalagem, utilizado para preservar e manter a carne em ótima condição, já não está mais no recipiente e, portanto, o processo de deterioração do produto está em atividade. Isso não quer dizer que a carne está estragada, mas, apenas, que ela não é tão qualificada quanto poderia ser.  
Outro aspecto é a data em que o corte foi embalado: quanto mais nova, melhor. Os nervos e gorduras presentes no pedaço também devem ser observados. Não compre carnes com a gordura amarela escura. Isto indica que o corte é de um animal velho e, por consequência, a carne será dura.

Respeite o tempo de preparo

Para uma carne que estava na geladeira, descongelada, ou ainda embalada, deixe o pedaço respirar por uns 15 minutos antes de ser manuseado. No caso de produtos congelados, devem ser degelados em um período de 12 horas, sem colocar na água quente ou forno, pois isso retira o sabor da carne.
Se você for usar frango, deixe marinando de um dia para o outro, para que a carne fique mais macia e saborosa. Outra dica de marinada, mas para carnes vermelhas, é deixá-las no vinho tinto com ingredientes frescos, tais como ervas.

Nada de "vai e vem" com a faca



O corte deve ser preciso, com uma faca afiada e, de preferência, feito de uma só vez, com a gordura da carne virada para baixo, evitando o vai e vem com a faca. Quanto mais fricção fizer, mais danificada ficará a fibra da carne, podendo deixar o pedaço pouco macio e com rebarbas.

Foco na selagem

Para assar, mas sem deixar a carne desidratada, opte pela selagem. Isto é: tostar a superfície, rapidamente, para que os sucos permaneçam nela. Desta forma, assim que colocá-la para assar, terá de ficar virando a peça na churrasqueira até completar esse primeiro processo. Um pouco trabalhoso, mas rende um suculento churrasco.

Cuidados no preparo

O posicionamento das peças na churrasqueira e o modelo de grelha ou espeto podem influenciar no sabor, na carne menos ou mais suculenta e no resultado do churrasco. No caso da picanha, a gordura deve ficar virada para cima. Só no final, quando a carne estiver assada como desejado, é que a gordura deve ser virada para baixo com o intuito de derreter.
É preciso que o assador esteja atento ao tempo que a carne ficará assando. Nada de sair da churrasqueira e passar para um amigo a tarefa.  As carnes em postas exigem supervisão durante todo tempo que estiverem sendo assadas, pois com descuido elas passam do ponto. Lembre-se: o churrasco é um serviço de apenas uma mão!


De olho na gordura

Tome cuidado também para que não pingue gordura na brasa. Se ocorrer, isso causa uma labareda que poderá queimar as carnes que estiverem assando.

O sal pode ser um vilão


Não salgue carnes com muita antecedência, pois ele pode ser um vilão no churrasco. Se for usar sal, opte pelo grosso e o faça pouco tempo antes de assar. Lembre-se que o sal concentrado na peça, por muito tempo, torna a carne mais seca.

Carnes que não podem faltar no seu churrasco

Costela, alcatra, picanha, contra-filet, maminha, chuleta e filet mignon. É bom lembrar das carnes de ovelha, porco, aves e do tão cobiçado coração de galinha.

Seguindo essas dicas, garantimos que o seu churrasco vai ser nota 10! Se você tem alguma técnica ou conhece outras formas de preparar um churrasco de dar água na boca, compartilhe conosco e deixe o seu comentário abaixo.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Mantendo a Tradição Viva


4 pratos típicos da culinária gaúcha para manter a tradição

Se alguém perguntar qual o prato típico da culinária gaúcha, certamente vai escutar "churrasco" como resposta. Até, porque, não há quem hesite em saborear uma bela picanha assada por um gaúcho, certo? Contudo, esse não é o único prato do Rio Grande do Sul que merece atenção.
Com influências de espanhóis, portugueses, índios e, principalmente de alemães e italianos, a gastronomia sulista esbanja sabores e aromas variados. É fácil encontrar restaurantes que sirvam polenta, galeto, massas, arroz com especiarias, carnes defumadas, linguiças e, até mesmo, cucas e pães. Pensando nessa variedade gastronômica do Sul, separamos as receitas de 4 pratos típicos da culinária gaúcha, que são essenciais para manter viva a tradição. Confira!
Carreteiro
O arroz  de carreteiro, como também é chamado, compõe a tradicional mesa gaúcha. Feito, na maioria das vezes, com charque (carne salgada e seca ao sol, de modo que ela desidrate e seja possível mantê-la própria para o consumo por tempo prolongado), é um prato bastante saboroso e prático.
Um dia antes do preparo, deixe o charque de molho, trocando a água de tempo em tempo, para retirar o excesso de sal. Corte o charque em pequenos cubos e frite em uma panela de ferro já aquecida, por 10 minutos, até que a gordura solte da carne. Acrescente cebola, alho, tomate picado e refogue. Após, coloque o arroz na panela e mexa. Acrescente água para cobrir o arroz, mexa novamente e tampe a panela, deixando o arroz cozinhar. Em poucos minutos estará pronto. Na hora de servir, coloque cheiro-verde e ovo cozido picado por cima do carreteiro. Tu não vais te arrepender!
Arroz de China Pobre
Este é um dos mais famosos pratos da Semana Farroupilha e que cai muito bem aos domingos em família. Semelhante ao carreteiro, o Arroz de China Pobre é cozido em panela de ferro, com os mesmo ingredientes, porém no lugar do charque é usado linguiça.
A história dessa iguaria é um tanto peculiar, mas rende boas risadas à mesa:  China é uma denominação gaúcha às garotas de programa. Causos da tradição narram que, na época da  Revolução Farroupilha, essas mulheres não tinham muito para servir aos clientes e, então, o prato mais comum entre elas era esse arroz, que acabou sendo denominado como o arroz das chinas pobres. Saboroso, de pobre tem nada!
Aqueça uma panela de ferro com banha de porco ou óleo e frite a cebola, o alho, e a linguiça cortada em pedaços pequenos. Após dourar os ingredientes, cubra com água quente e adicione sal. Deixe cozinhar com a tampa fechada até que a água seque. Há também quem  prefira este prato mais “molhadinho” e, para isso, basta apagar o fogo antes da água secar por completo. Por fim, adicione temperos e sal a gosto.

Quibebe
Conhecido ainda por pirão de abóbora, o quibebe é uma receita bastante presente na culinária gaúcha. Basicamente, é um purê de abóbora temperado com alho, pimenta, cebola, salsinha e sal.
Esse prato tem origem na Angola e, ao chegar no Rio Grande do Sul, foi adaptado para a cozinha local com o uso do charque na receita. Há quem use guisado, tornando a receita mais prática.
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue uma cebola picada. Adicione a abóbora cortada em cubos, o tempero pronto e a água fervente. Cubra a panela com a tampa e deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo para que não grude na panela. Acrescente sal, pimenta do reino e uma pitada de açúcar. Assim que a abóbora ficar cremosa, sirva!
Ambrosia assada
Com sabor de doce de leite e um toque cítrico, essa sobremesa tem longa tradição nas mesas gaúchas.
Enquanto separa os ingredientes, deixe ligado o forno em temperatura média. Em uma panela de ferro ou de fundo grosso, leve ao fogo a mistura e, assim que levantar fervura, reserve. Bata os ovos e as gemas em uma batedeira. Em uma peneira, junte os ovos e o açúcar até ficar homogêneo. Adicione, pouco a pouco, o leite morno, mexendo com uma espátula. Acrescente o suco de limão e bata mais um pouco, até ficar homogêneo. Despeje o doce em uma assadeira e leve para assar, em forno médio, por cerca de duas horas ou até o creme cozinhar. Retire do forno e sirva. Se preferir, deixe esfriar e decore com canela em pau.


Com essas dicas, certamente, a cultura gaúcha vai permanecer na tua mesa. Se gostaste ou tens alguma sugestão, deixa o teu comentário abaixo!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Sensacional!!

Alpargatas e Bombachas: De onde surgiram essas ideias?

Tu podes até não usar, mas, certamente, já viste muito gaúcho vestindo as famosas bombachas e as cômodas alpargatas. Tem quem ache a vestimenta um pouco fora de moda, mas, também, há quem goste bastante do conforto proporcionado por esse conjunto, que compõe o traje do gaúcho tradicionalista, mas que anda atraindo olhares até dos mais modernos. Provavelmente tu já deves ter te perguntado de onde veio essa tendência, né? Pensando nisso, separamos algumas curiosidades sobre a origem e o uso das bombachas e das alpargatas. Confira!

Bombacha: da Crimeia ao Sul

A Origem da bombacha tem algumas versões, mas uns dos primeiros usuários dessa indumentária foram os "Zuavos". Esse grupo de soldados árabes, que estavam sob o domínio francês, vestiam a bombacha como uniforme de guerra. Muito se popularizou durante a Guerra da Crimeia, no século XIX.
Confeccionada também na Inglaterra, ganhou notoriedade a partir de uma feminista americana, que utilizava a calça larga, dando o nome "Bloomer" ao item. De lá, se popularizou na Rússia e na Espanha.
Em algumas versões da história, a chegada da bombacha à América do Sul deu-se por conta de seu mercado ter fechado no leste europeu. Já na América Latina, o folclore aponta para a origem da vestimenta a partir dos espanhóis, que trazida pelos Maragatos, os quais povoaram, entre outros territórios, as regiões uruguaias de São José e Santa Luzia, teve bastante notoriedade durante a Guerra dos Farrapos.
Nos pampas gaúcho, a bombacha também era uma alternativa para cobrir as calças puídas. Apesar das variadas conclusões sobre sua origem, este item permanece até hoje na vestimenta de muitas pessoas, principalmente nas dos gaúchos tradicionalistas.
Clique aqui:

Customizada e fashion

Apesar de ser uma vestimenta popular entre os homens, as bombachas têm ganhado preferência entre as mulheres. Com algumas modificações e customizações, a calça tradicional passou a se chamar “saruel” ou, também, "saruel-abombachadas", uma variação fashionista do item. Assim, do pampa, ela passou a ser vista nas passarelas, nas ruas e, até mesmo, no seu lugar de origem – usada como uniforme.

Alpargatas: sapatilhas francesas

As alpargatas aparecem em diversas épocas da história mundial. Muitas remetem ao período industrial e outras à década de 1980, quando ganhou popularidade na França. Nesse período, os calçados eram utilizados por trabalhadores de docas locais, mas foi somente na Espanha que ele passou a ser integrado à vestimenta do dia a dia.
Contudo, a alpargata fez história no Rio Grande do Sul, por conta dos gaúchos que trabalhavam no campo e não possuiam dinheiro para comprar botas de couro.
O calçado popular no Sul também é bastante conhecido na Argentina e no Uruguai, devido à histórica Guerra dos Farrapos. Assim, passou a ser um acessório fundamental no traje dos gaúchos tradicionalistas.
Clique Aqui:

Popularidade e diversidade

Normalmente feitas de tecido leve e com um solado de cordas, as alpargatas ganharam diversos modelos novos. E, ultimamente, não são só os gaúchos pilchados que utilizam o calçado. Coloridos, estampados e, até com sola de borracha, elas conquistaram a todos e todas, passando a ser um item prático e básico.


Se tu gostaste do post, não esqueça de deixar o teu comentário abaixo! Valem curiosidades, dúvidas ou sugestões de assunto.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

PRESERVANDO A TRADIÇÃO LONGE DE CASA

5 maneiras de preservar a tradição gaúcha em outras cidades

Poucas regiões do Brasil valorizam tanto sua história e suas tradições como o Rio Grande do Sul. Com uma série de características específicas, que tornam os gaúchos um tanto diferenciados do restante do país, a cultura desse povo é motivo de orgulho para qualquer pessoa que tenha se criado lá.
Por esse motivo, quando gaúchos se mudam para outros estados, se torna inevitável a saudade da culinária, do chimarrão, das festas tradicionais e da vestimenta tão peculiar. Mas há formas de amenizar este distanciamento, preservando a cultura rio-grandense mesmo em outras regiões. Veja a seguir 5 tradições gaúchas que você pode manter onde quer que esteja!

Chimarrão

A bebida mais tradicional do Rio Grande do Sul trata-se de um mate amargo, servido em uma cuia feita de porongo e bebida por meio de uma bomba de metal. Como a dieta gaúcha normalmente é rica em carne, o chimarrão tem propriedades desintoxicantes e digestivas. Tradicionalmente, esta bebida é tomada a qualquer hora e em qualquer lugar, mas em geral com uma roda de amigos, de forma que a cuia vai sendo abastecida de água quente e passada cheia para que cada pessoa beba até o final – como dizem no Rio Grande do Sul: você só devolve a cuia depois que ela roncar. http://www.gauchosonline.com.br/chimarrao-ct-2-358050.htm

Culinária

Como no Rio Grande do Sul o clima é muitas vezes frio, especialmente nos pampas, uma culinária rica em calorias acaba sendo a preferência. São muito comuns, portanto, as carnes gordas e as sopas. Além disso, o churrasco é o prato típico do gaúcho, seguido do arroz carreteiro, que é feito com charque (carne seca).

Centro de Tradições Gaúchas (CTG)

O CTG é normalmente um galpão grande, onde ocorrem festas, bailes, concursos culturais e diversas atividades ligadas à cultura e ao folclore gaúcho. Neste ambiente, as vestimentas devem ser tradicionais, as músicas são tocadas ao som de sanfonas (conhecidas no sul como “gaitas”) e a dança típica é o vanerão. O chimarrão também está presente, assim como um bom churrasco.
Esses locais já existem em outros estados além do RS e servem justamente para preservar a tradição gaúcha. Por meio da integração social que ali ocorre, os costumes se consolidam mesmo que os participantes estejam longe da sua terra.

Vestimentas

É difícil ver um gaúcho da cidade vestido como manda a cultura no seu dia a dia. No entanto, na realidade do campo e nas comemorações tradicionais que ocorrem na cidade, tanto homens como mulheres devem vestir-se pilchados, ou seja, com a indumentária tradicional.
Para os homens, isso significa, especialmente, usar bombacha, uma calça larga, mas apertada por botões junto ao tornozelo. E para as mulheres, o vestido de prenda é o oficial.

Semana Farroupilha

Se reconhece facilmente um gaúcho quando ele comemora a Semana Farroupilha. Esta festa cívica é celebrada do dia 14 ao dia 20 de setembro, em homenagem à Revolução Farroupilha.
Esta revolução foi responsável por fundar a cultura gaúcha, de modo que, durante a Semana Farroupilha, se relembram os ideais de liberdade, igualdade e humanidade que permearam essa fase histórica. No entanto, desde o dia 7 de setembro, o gaúcho já começa as festividades no chamado Acampamento Farroupilha. Reúnem-se centenas de piquetes organizados por grupos tradicionalistas e se cultivam os hábitos da cultura gaúcha, como o chimarrão, o churrasco, as vestimentas tradicionais e as músicas regionalistas.
Mesmo fora do Rio Grande do Sul, muitos gaúchos se reúnem nesta época para comemorar e relembrar as tradições. Assim, levam a cultura gaúcha a outros lugares e preservam suas raízes.

E você, como mantem viva a tradição gaúcha fora do Rio Grande do Sul? Compartilhe com a gente os seus costumes nos comentários abaixo!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Você sabe a medida do seu cinto?

Você sabe exatamente o tamanho certo do cinto que você veste? Ou, por acaso, você já enfrentou alguma dúvida na hora de comprá-lo baseado nas medidas fornecidas? Aí vai uma dica para que você abandone a dúvida e compre com segurança! O cinto deve ser no máximo de 10 a 15 cm a mais do que o diâmetro da sua cintura, comece medindo a partir da fivela até o furo central, como mostra a ilustração abaixo:



Ás vezes pode-se encontrar na etiqueta duas medidas, por exemplo, 34-36. O 34 indica a medida da fivela até o primeiro furo e o 36 até o furo central. Sabendo o diâmetro de sua cintura, fica mais fácil de descobrir o tamanho ideal para o seu cinto, observe na tabela abaixo:

Tamanhos
Diâmetro da Cintura
Medida do Cinto
P
75 cm
90 cm
M
85 cm
100 cm
G
95 cm
110 cm
GG
105 cm
120 cm



terça-feira, 22 de abril de 2014

5 UTILIZAÇÕES DA ERVA MATE, ALÉM DO CHIMARRÃO

A erva-mate é típica do sul do Brasil, mas é encontrada em diversas regiões do país, sendo muito popular por causa do chimarrão. No entanto, sua composição química permite que ela seja aproveitada de diversas outras maneiras nem tão conhecidas, mas extremamente úteis no nosso dia a dia. Isso ocorre porque esta planta é rica em vitaminas e sais minerais, auxiliando a atividade digestiva, diurética e servindo como antioxidante e estimulante natural.
Veja a seguir 5 diferentes utilidades que essa erva possui - além da bebida tradicional - e aproveite seus benefícios também em outras áreas!

Cosméticos

O extrato das folhas e a clorofila presentes na erva-mate, permitem que ela seja utilizada em inúmeros cosméticos, especialmente em cremes e produtos para o cabelo. A erva possui flavonoides em grande quantidade, que são antioxidantes vegetais e por esse motivo previnem o envelhecimento. Assim, os produtos para beleza feitos a partir do extrato da planta ajudam na hidratação corporal, além de reporem os nutrientes que sua pele e seus cabelos diariamente perdem. Embora não seja tão comum em nosso país, já existem até tintas para cabelo feitas do extrato da erva-mate, substituindo os amoníacos tão prejudiciais ao couro cabeludo.
http://www.gauchosonline.com.br/agua-de-cheiro-para-tecidos-erva-mate-pr-62-358050.htm

Higiene geral

Extratos específicos da erva-mate e seu óleo essencial também possibilitam que ela seja aproveitada em variados produtos para higiene. Artigos como sabonetes, bactericidas, esterilizantes e até produtos para tratamento de esgoto são desenvolvidos a partir da erva e possuem uma excelente capacidade de limpeza.

Medicamentos

Outra área que a erva-mate atende é a da saúde. Muitos efeitos positivos podem ser obtidos simplesmente bebendo este chá, pois a erva é rica em vitaminas, fibras e cálcio. Dessa forma, ela previne a osteoporose, combate o colesterol ruim e sintomas de gota, controla as funções cardíacas e respiratórias, bem como auxilia o intestino para um bom funcionamento.
No entanto, a erva-mate também tem sido utilizada em vários compostos médicos, a fim de fornecer tratamento contra hipertensão, bronquite e pneumonia. Estudos recentes apontaram a possibilidade da erva-mate inclusive agir no combate ao diabetes e alguns tipos de câncer.

Energéticos e emagrecedores

As substâncias encontradas nesta planta são poderosos estimulantes físicos, já que a erva-mate funciona como vaso-dilatador e acelera o ritmo cardíaco. Isso significa que, ao ingeri-la, o metabolismo fica acelerado, gastando mais energia e, consequentemente, queimando mais gordura. Por esse motivo, a erva-mate tem grande serventia como energético para a prática de atividades físicas. E, do mesmo modo, funciona de forma muito eficiente como emagrecedor, pois inibe a aquisição de gordura pelo organismo, principalmente quando ingerida junto das refeições.

Alimentos

As utilidades da erva-mate se estendem até mesmo aos alimentos do nosso cotidiano. A clorofila e o óleo essencial da erva, processados pela indústria alimentícia,  permitem que ela seja utilizada como um corante natural, além de conservante para uma série de comidas. Alguns dos alimentos mais beneficiados por essas propriedades são o sorvete, as balas, os bombons e o caramelo.
Sabe-se atualmente que a erva-mate tem mais propriedades antioxidantes que o próprio chá-verde. Por isso, bebê-la no chimarrão, tereré ou como chá, por si só, já é bastante benéfico para sua saúde, evitando o envelhecimento e doenças relacionadas a essa condição.
Contudo, há muitas outras qualidades da erva-mate que podem ser aproveitadas em produtos e alimentos. Agora que você as conhece, que tal fugir um pouco do costume e se beneficiar dessa erva também de outras maneiras?

E você, como costuma usar a erva-mate, além do querido chimarrão?
http://www.gauchosonline.com.br/chimarrao-ct-2-358050.htm
Deixe seu comentário abaixo e vamos trocar nossas experiências e conhecimentos.

sexta-feira, 21 de março de 2014

PROMOÇÃO NA GAÚCHOS ONLINE !!




PROMOÇÃO NA GAÚCHOS ONLINE !!

Compre 02 peças na seção das Pilchas e Ganhe 01 CD dos Mateadores e ainda, a Gaúchos OnLine vai doar 5% do total destas vendas para uma instituição de caridade que você nosso cliente escolher.


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Vamos lá, não perca tempo !! 

Estoque LIMITADO!!






sábado, 15 de março de 2014

Hoje é o seu dia...Parabéns para os nossos Consumidores - 15 de março!!


Para comemorarmos dia do Consumidor, Hoje dia 15 de março, o site da Gaúchos OnLine está lançando novos produtos para enriquecer ainda mais a nossa linha e ainda premiar o nosso cliente com qualidade e produtos exclusivos.


Passa lá e confira!!!

http://www.gauchosonline.com.br/cuia-de-madeira-torneada-media-pr-124-358050.htm






quinta-feira, 13 de março de 2014

Premiação Entregue - Rio Grande do Norte foi o destino da Gaúchos OnLine


Ficamos muito felizes em receber a foto de nossa cliente, amiga, e ainda a sortuda que ganhou o Primeiro Sorteio da Gaúchos OnLine!

"Gostaria de agradecer pelo prêmio que ganhei aqui na página, chegou super rápido muito obrigada, valeu eu amei esse prêmio"

Alexsandra Marcelo




quarta-feira, 12 de março de 2014

Negros - Luta, Resistência e Determinação.



Negros

As generalizações são sempre perigosas, mas luta, resistência e determinação são três palavras que ajudam a entender como tem sido a história dos negros em território gaúcho. Primeiramente na condição de subempregados ou escravos, depois na de libertos - porém na prática quase excluídos de alternativas dignas de sobrevivência - e finalmente, nos tempos modernos, em que a batalha passou a ser contra o preconceito racial e a discriminação social, ser negro no Rio Grande do Sul (Estado brasileiro em que há o segundo maior percentual de pessoas que se autodenominam como brancas) significa ter que fazer um pouco mais do que os demais para ser igual. E olhe lá, porque se, além de negro, for pobre (situação menos incomum do que se desejaria), aí mesmo é que as possibilidades de ser tratado com dignidade se reduzem ao mínimo.

Mas também é preciso dizer que, diante de um cenário histórico complexo como esse, em que o ressentimento e o rancor se justificariam no dia a dia das relações, o que marca a presença dos negros gaúchos é uma característica bem distinta: a alegria. Seja na música, na cultura, na política, na espiritualidade, na gastronomia, nos movimentos sociais, nas comunidades quilombolas, no esporte, em qualquer atividade.

Para comprovar essa tese, basta lembrar de alguns negros que se tornaram figuras conhecidas recentemente, obviamente graças a sua capacidade de reverterem uma condição social que lhes reservaria uma posição diferente, se não fossem determinados. O ex-governador Alceu Collares é a descontração em pessoa. Ronaldinho Gaúcho não pára de rir. O músico Giba Giba é sinônimo de pura simpatia. A líder comunitária Gessi da Rosa Fontoura até tenta disfarçar, mas não esconde o sorriso quando vê uma máquina fotográfica por perto. Os homens e mulheres que movimentam o Carnaval gaúcho, ou a diretoria da Sociedade Floresta Aurora também são pura descontração.



Em nome da Dignidade

A presença dos negros em território sul-riograndense não se iniciou com o tráfico de escravos para as charqueadas, no século 19, como se comumente se imagina. Mesmo antes do início da colonização oficial do Rio Grande do Sul, em 1737, alguns negros já circulavam pelo território sulino, a tal ponto que participaram d fundação da Colônia de Sacramento em 1680. Também tomaram parte na fundação de Laguna, em Santa Catarina, em 1684, e mesmo na Guerra Guaranítica, em 1750, assim como nos conflitos com os militares espanhóis, em 1770, quando foram lanceiros. Há registros de mão-de-obra escrava nas lavouras de trigo pertencentes a açorianos e portugueses, por volta de 1780, assim como nas feitorias do Linho-Cânhamo de Canguçu e, posteriormente, São Leopoldo, até 1824, quando chegaram os imigrantes vindos da Alemanha.

Mas foi mesmo durante o ciclo do charque, em especial da Metade Sul, que grandes contingentes de escravos, em sua maioria trazidos por traficantes da África, mas também negros nascidos do Brasil, ocuparam o Estado. Por ironia, trabalhavam em condições bastante precárias para produzir o principal alimento dos negros cativos que trabalhavam nas lavouras de cana-de-açúcar do Nordeste brasileiro.

Os negros nunca aceitaram passivamente a condição escrava, e por isso são inúmeros os registros de fuga e de formação de pequenos quilombos, como no máximo 20 integrantes, ao longo de todo o século 19. Em troca da promessa de alforria quando terminasse o conflito, participaram ativamente em diversos combates durante a Revolução Farroupilha (1835-1845), quase sempre como lanceiros. Estima-se que chegaram a representar de um terço à metade das tropas revoltosas. Até hoje é motivo de controvérsia o episódio da Batalha de Porongos, em 1844, quando tropas imperiais comandadas pelo Coronel Francisco Pedro de Abreu - conhecido como Moringue - atacou o exército farrapo, pegando desprevenido o Corpo de Lanceiros Negros e eliminando em torno de 100 soldados.. Eram na maioria escravos que lutavam para obter a liberdade sob as ordens do General David Canabarro, que supostamente os teria traído.

Também  em 1844, Porto Alegre e Pelotas anteciparam-se ao movimento abolicionista que teria seu ápice mais de 40 anos depois no país, libertando os seus escravos de suas cidades, os quais, entretanto, deveriam seguir prestando serviços a seus antigos donos por um período de cinco anos. Em 1888, com a extinção da escravatura no Brasil, iniciaram sua luta em busca da dignidade, uma vez que a libertação significou muito mais o abandono dos negros à própria sorte do que propriamente a conquista da liberdade efetiva.

Construtores de Identidade

O Estados brasileiro com o segundo maior percentual de habitantes que se dizem de origem branca ( 86%) pode até não reconhecer, mas o fato é que os negros têm presença destacada em praticamente qualquer segmento de nossa sociedade. A começar pelo Hino Rio-grandense, que de algum tempo pra cá passou a ser cantado com muita emoção nos estádios de futebol, em especial quando times gaúchos se defrontam com equipes de fora. Pois sua letra foi composta por um negro há 170 anos- o maestro Joaquim José de Mendanha, mineiro de nascimento e que por aqui se estabeleceu na época da Revolução Farroupilha.

No que se refere à espiritualidade, de outra parte, à presença de religiões afro-brasileiras é marcante no Estado. De acordo com o senso de 2000, há mais terreiros de frequentadores da Umbanda e do Batuque no Rio Grande Do Sul do que na Bahia ou qualquer outro Estado brasileiro, com exceção do Rio de Janeiro.

Políticos, sambistas, músicos, intérpretes - como o saudoso César Passarinho, negro cuja voz se transformou em ícone do nativismo - , religiosos, jogadores de futebol, líderes comunitários. Homens e mulheres de projeção, hoje ou no passado, como Daiane dos Santos e Lupicínio Rodrigues, ou não tão conhecidos, como as líderes comunitárias Marli Rodrigues, da zona norte de Porto Alegre, e Rozeli da Silva, da Restinga, Zona Sul. Nomes como o de Sami Cristina Goulart, que não tinha emprego, conseguiu um oficina de informática e hoje é educadora de um programa de inclusão digital e dá aulas em uma ETI - Escola de Tecnologia da Informação. Ou como o de Paulo César, o Paulinho, que coordena a oficina de percussão Areal do Futuro, do quilombo do Areal, na Cidade Baixa. Nomes como o de Rodrigo Alves dos Santos, que há um ano recebe sorridente aos clientes fiéis da feijoada do Plazinha, servida no tradicional hotel de Porto Alegre desde 1977.

Nomes, nomes e mais nomes de negros - mas, mais do que negros, para além de sua cor ou raça, nomes de cidadãos gaúchos, orgulhosos de sua terra e do quinhão que cada um tem na construção da identidade local.


Fonte: Rio Grande do Sul - Seu Povo. Sua Alma

segunda-feira, 10 de março de 2014

sábado, 8 de março de 2014

Dia Internacional da Mulher


                    A Homenagem da Gaúchos OnLine para todas as guerreiras, lutadoras, cuidadoras, mães, amigas, irmãs, ou simplesmente MULHERES!!!!




sexta-feira, 7 de março de 2014

Gaúchos poderão renovar visto para os Estados Unidos em Porto Alegre

Os gaúchos poderão renovar o visto para os Estados Unidos em Porto Alegre a partir do mês de março. O anúncio foi feito pelo ministro conselheiro da embaixada do país norte-americano no Brasil, Todd Chapman, durante encontro com o vice-governador Beto Grill, nesta quinta-feira (27), no Palácio Piratini. A nova sede do Centro de Atendimento para Serviços de Visto (CASV) também irá acelerar a emissão da primeira solicitação do documento.Para Grill, é importante dar continuidade a essa forte relação de cooperação. "Queremos cada vez mais mostrar nossas potencialidades. Vamos analisar a possibilidade de um escritório de representação norte-americano junto à estrutura do Estado ou do município, para realizar uma série de procedimentos atualmente só feitos em São Paulo, facilitando a vida de quem quer fazer negócios ou viajar para os Estados Unidos", afirmou."Temos interesse em acelerar as relações com o Rio Grande do Sul e estamos investindo muito esforço político nessa ampliação", afirmou Chapman. Segundo o diplomata, o CASV representa uma etapa preparatória ao consulado, que tem previsão de abertura no final de 2015. "O Centro é um importante passo que irá facilitar questões logísticas na primeira emissão. Já as renovações de visto poderão ser efetuadas, o que consideramos um avanço", comemorou.
Na nova sede do CASV, situada na Avenida Carlos Gomes, 1501, os requerentes do primeiro visto poderão solicitar procedimentos como o preenchimento de documentação, fotos e outras formalidades. A estimativa é de que 35 mil novas autorizações sejam encaminhadas em 2014.
Segundo o coordenador da Assessoria de Cooperação e Relações Internacionais (ACRI), Tarson Nuñez, a visita do ministro consolida a aproximação que vem sendo construída nesta gestão. "O Rio Grande do Sul está tendo uma presença crescente nos Estados Unidos. Temos trabalhado para gerar visibilidade e para atrair este que é um de nossos parceiros comerciais mais relevantes. Consideramos que temos muitos interesses comuns que podem ser explorados, principalmente através de parcerias subnacionais", destacou. 
No Estado até o dia 08 de março, Chapman realiza ainda reuniões na Câmara Americana de Comércio (Amcham) e General Motors, além de visitas às cidades de Gramado, Canela e Bento Gonçalves.

Perfil Econômico

Com  população de aproximadamente 316 milhões de habitantes e PIB de US$ 16 trilhões, os Estados Unidos detém taca de alfabetização estimada em 99%. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) também se destaca, ocupando a 4ª colocação no ranking mundial (0,910). O setor agropecuário dos norte-americanos é um dos maiores do mundo, sendo líder na produção mundial de carne bovina e grãos. Seu parque industrial contém uma produção diversificada que abrange quase todos os segmentos, destacando-se os setores de softwares e informática, eletrônicos, equipamentos de transportes, produtos químicos, alimentos e petróleo. Vale destacar que os EUA são os maiores produtores, consumidores e importadores de energia, tendo grandes reservas de petróleo, gás natural e carvão.

Histórico


A balança comercial entre os Estados Unidos e o Rio Grande do Sul passou de US$ 2,05 bilhões, em 2000, para US$ 2,8 bilhões, em 2013, conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI). No ano passado, o RS exportou US$ 1,6 bilhão para o país norte-americano, entre tabaco não manufaturado, produtos químicos e calçados. Já as importações, somaram US$ 1,2 bilhão, com destaque para adubos, fertilizantes e peças automotivas. 
                                                                  Texto: Letícia Kiraly/Secom RS
                                                            Fonte: http:www.turismo.rs.gov.br